Na leitura do amor como na vida há sempre uma rua farta de pressas olhares que se desviam certeiros uma esquina mijada por lamentos enganos que se prendem ao coração uma conversa desdentada sem fim
A sombra quando nasce nasce para todos no dia que se funde atrás de nós
Toquei palavras escusadas suei com elas
Senti o que sente o corpo quando não tem mais nada mais nada mais nada para ler.